As queimaduras são lesões que atingem o tecido epitelial em maior ou menor grau de profundidade e podem ser causados por diversos fatores exógenos. Entre as principais causas podemos destacar acidentes com água fervente, fogo, eletricidade, substâncias químicas e até mesmo exposição excessiva ao sol. As queimaduras são basicamente divididas em três grupos conforme a gravidade e profundidade da lesão.
As de primeiro grau causam ardência intensa, atingindo apenas a camada mais superficial da epiderme, o que facilita o processo de cicatrização. As queimaduras de segundo grau apresentam maior complexidade por atingir camadas mais profundas, causando forte ardência, além da formação de bolhas, por isso requerem tratamentos específicos para a cicatrização da pele, muitas vezes incluindo procedimentos cirúrgicos. Já as queimaduras de terceiro grau são as mais preocupantes, pois atingem as camadas mais profundas da pele, comprometendo muitos tecidos, sendo imprescindível o reparo cirúrgico e tratamentos de maior complexidade.
Uma das técnicas mais utilizadas para o tratamento de queimaduras é a enxertia de pele, na qual utiliza-se a pele saudável do próprio paciente a fim de reduzir os riscos de rejeição. Em casos mais complexos, além do enxerto de pele também pode ser utilizado parte de gordura e músculo com o objetivo de reconstruir a região da lesão. Outra alternativa para a cirurgia reconstrutora é o uso de matriz de regeneração dérmica, conhecida como pele artificial, desenvolvida para promover regeneração cutânea no tratamento de queimaduras.
O Dr. André Nery, cirurgião membro da Nery & Graziosi, salienta que em alguns casos é preciso realizar mais de uma cirurgia para que se obtenha um bom resultado, priorizando sempre a saúde e bem estar do paciente.

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