Muitos pacientes sequer imaginam, mas há uma série de tipos diferentes de cicatriz. Ao realizar uma cirurgia plástica, o médico especializado conhece muito bem cada um deles. É essencial aqui que ele conheça bem o histórico da paciente, se baseando em informações que o mesmo fornece e no resultado de seus exames. Tendo isso como base, o cirurgião pode – e deve –  intervir de várias formas e ajustar a técnica cirúrgica para melhor atender as suas expectativas, sem abrir mão da sua segurança.

Infelizmente, alguns fatores fogem do controle do cirurgião, como o fator genético. Por exemplo, a má cicatrização é mais comum em negros e asiáticos. Apesar da cicatriz normotrófica ser a mais comum, existem também cicatrizes viciosas  como:

  • Hipertrófica: Ocorre quando o corpo produz colágeno de forma desorganizada e deixa uma marca mais elevada em relação à pele ao redor.
  • Atróficas: Ocorre quando há perda de estruturas que oferecem apoio e firmeza à pele, comum após acidentes e em casos de acnes.
  • Quelóides: Caracterizada pelo excesso de produção de colágeno, é evidente porque consegue ultrapassar os limites iniciais da lesão.
  • Normotrófica: acontece quando a pele recupera a aparência de antes do ferimento, comum em machucados leves.

 

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